segunda-feira, 25 de junho de 2012

ALIMENTADOR EXTERNO QUE EVITA PILHAGEM E PERDAS DE ABELHAS











Um amigo estava sentido dificuldades para alimentar as abelhas, motivo pelo qual sugeri o processo que tenho usado e que tem dado certo devido várias vantagens:
  • A possibilidade de controle na quantidade e na qualidade de alimento a cada colônia; O meliponicultor deve avaliar se a colônia deve ser alimentada com energético e ou com proteico. (água,  açúcar e mel ou adicionar um pouco de pólem). Quando tem muito polem e ausência de mel, se faz necessário um alimento à base de água e açúcar ou mel. Quando falta mel e pólem, se faz necessário um alimento à base de água, açúcar e um pouco de polem. O polem pode ser armazenado na geladeira sem problemas.  
  • Servir na proporção da necessidade de estímulo ou manutenção; O alimento de manutenção deve ser em proporção ao tempo previsto e à quantidade de abelhas na colônia. O estimulante deve ser pouco, várias vezes na semana e misturado com um pouquinho polem.
  • Evita abrir a colmeia; Ás vezes, na época fria, uma colônia fraca quando aberta atrai forídeos e uma desordem no interior da caixa, inclusive mudança de temperatura.
  • Evita atrair outras abelhas indesejadas; Não é interessante alimentar todos os enxames das proximidades, pois há um custo e uma despesa.
  • Evita pilhagem; Sempre que termina uma alimentação externa, é comum as campeiras ficarem sobrevoando a procura de mais alimento e termina por querer entrar em outra família mais fraca causando pilhagem e o fim da mesma. 
  • Não exige muito trabalho ou tempo; Pode colocar cedinho e sair pra o trabalho, quando termina o alimento, às abelhas fecham os orifícios da tampa do frasco.
  • Evita perdas de abelhas; O alimento externo atrai muitas abelhas ápis melífera que normalmente se agarram com as meliponas. Quem não sente um pequeno desconforto quando vê uma ápis melífera com o ferrão introduzido em uma uruçu? 




Pode ser colocado em qualquer local na colmeia, mas de preferência afastado do ninho.


Fura a tampa com um furador de madeira de 1 polegada utilizando um furadeira.

Esse modelo tem o alimentador em um local diferente, fica muito próximo ao ninho, porém não fica sobre.

Na tábua do fundo tem um espaço que dá acesso pra muitas abelhas extraírem o alimento.

Esse frasco pode ser de pete ou vidro, se transparente fica melhor que o meliponicultor pode vê as bolhas subindo quando a abelha tira o alimento.

É possível vê tudo.
- Levantei um poco o frasco e as abelhas seguiram o alimento .

Se a imagem fosse boa, veríamos a língua da abelha introduzida no orifício tirando o alimento.

Esses orifícios na tampa do frasco, podem ser feitos com a própria furadeira e uma broca fina, ou com um  prego quente apoiado com um alicate para não queimar a mão.
Famílias pequenas, iniciais, um furo é suficiente com pouco alimento.
Um amigo foi fazer o furo na tampa sem removê-la de sobre a colônia, ainda causou danos a uma abelha e estresse para colônia, esse trabalho deve ser um pouco afastado do enxame.

Sempre que tirar o frasco ou a tampa, fazer com zelo, pois sempre há algumas abelhas naquele local.

A tampa pode ser de PVC ou uma outra de madeira ou de outro frasco.

Espero sugestões e correções, as críticas nos ajudam. 







5 comentários:

  1. Boa noite! Nesse alimentador, o que evita que o alimento escorra pelos furos e derrame dentro da caixa???

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  2. Tenho a mesma dúvida do Izau. Como não escorre para caixa?

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  3. A pressão da garrava impede que o xarope escorra

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