segunda-feira, 20 de maio de 2024

 

                                                 COLÔNIA  ZANGANEIRA

            Colônia zanganeira é um enxame no qual alguma operária toma o lugar da rainha.



1
 Colônia zanganeira às células de cria não tem uniformidade
 e geralmente ficam  abelhas operárias  (obreiras)sobre o ninho.


            A Abelha Rainha põe ovos fecundados  que dão origens a abelhas fêmeas operárias (obreiras) e óvulos dos quais nascem os zangões, para tal,  a abelha rainha é copulada por um zangões na fase de princesa. 

            Para o desenvolvimento normal de uma colônia, é necessário a existência de três castas bem definidas: Abelha Rainha, Operárias (obreiras) e Zangões, Alguns estudiosos,  inclusive o Português Dr. João Pedro Cappas de Souza, com base nos seus estudos, apresenta diferentes comportamentos nas obreiras, os quais proporcionaram identidades distintas em função de suas atividades externas e no ninho que consiste em ovopositar para alimentação da rainha (ovos atrófico) e  ovos que geram zangões, cada indivíduo tem sua importância imprescindível para subsistência da espécie.

          



            A Abelha Rainha é responsável pela organização da família através do seu feromônio mandibular e pela ovoposição de ovos férteis que geram novos indivíduos.

            A Abelha Operária (obreiras) tem a função de construir, limpar, forragear e ovopositar para alimento da rainha.

            O Zangão é uma abelha com função exclusiva de fecundar uma princesa.





                         COMO  RECUPERAR  UMA  COLONIA  ZANGANEIRA?


          A colônia zanganeira pode acontecer com abelhas fortes e com abelhas novos (divisões), normalmente, a tal colônia está fadada ao insucesso devido a poedeira ( obreira rainha) matar todas as princesas que nascem e consequentemente, nascerá zangões.

                                     COLÔNIO ZANGANEIRA JOVEM

              Para recuperar uma colônia, é necessário introduzir pequenos discos de crias nascentes ou  bater ritmicamente na caixa e quando as abelhas saírem da caixa, muda a mesma de lugar e introduz outras abelhas na caixa, assim sendo, há possibilidade de sair a abelha obreira que está ovopositando e nasce outra princesa que dominará a nova colônia.

                                                                   


                               COLÔNIA ZANGANEIRA ADULTA (FORTE)

            Ao perceber um enxame sem rainha, com bastante discos de crias, com bastante abelhas e as princesas sempre mortas, normalmente, quinze a vinte dias é para o meliponicultor perceber uma rainha fisogástrica, se não acontecer, geralmente, a colônia é zanganeira. Neste caso, procede-se uma divisão, normalmente, bate ritmicamente na caixa, todas as abelhas saem, a obreira rainha pode sair com as outras, muda a colônia de lugar e introduz abelhas de outra família.  as quais cuidarão da princesa que nascer.

coloca uma caixa vazia no lugar onde estava a zanganeira, coloca um pequeno disco nascente de outra caixa e pode nascer uma jovem princesa. É importante, sempre que fizer esses procedimentos, não deixar as abelhas de caixas zanganeiras sem moradia, uma outra caixa deve ficar no lugar da zanganeira para acomodar as abelhas obreiras usurpadoras, assim, evita que sejam aceitas em outras colônias e repitam o fenômeno de abelhas rainhas elites. 

Colônia zanganeira forte fazem muitas células de cria.

Colônia zanganeira recuperada.




quarta-feira, 19 de outubro de 2016


Abelha sem ferrão nativa do Brasil cultiva fungo para sobreviver




font_addfont_deleteprinter

Pupa de rainha com fungo ao redor - Foto: Cristiano Menezes
23/10/2015 - por Elton Alisson | Agência FAPESP
Pesquisadores descobriram que uma espécie deabelha sem ferrão nativa do Brasil – a mandaguari(Scaptotrigona depilis) – cultiva um fungo, semelhante ao usado durante séculos por povos asiáticos para conservar alimentos, para sobreviver.
A descoberta foi descrita em um artigo publicado na quinta-feira (22/10) na edição on-line da revista Current Biology e é resultado de um estudo de doutorado realizado com Bolsa da FAPESP
“É o primeiro registro de simbiose entre uma espécie de abelha social e um fungo cultivado”, disse Cristiano Menezes, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental, em Belém, no Pará, e primeiro autor do trabalho, à Agência FAPESP.
“Embora já se saiba que existe simbiose entre espécies de formigas e de cupins com fungos cultivados em seus próprios ninhos – esses micro-organismos fornecem aos seus hospedeiros nutrientes e proteção contra patógenos –, em abelhas essa relação ainda é desconhecida”, afirmou Menezes.
O estudo integra o Projeto Temático "Biodiversidade e uso sustentável de polinizadores, com ênfase em abelhas Meliponini", coordenado pela professora Vera Lucia Imperatriz-Fonseca, do Instituto Tecnológico Vale Desenvolvimento Sustentável e do Instituto de Biociências da USP. 
Os pesquisadores constataram que, ao nascer, as larvas da abelha mandaguari se alimentam de filamentos do fungo do gênero Monascus (Ascomycotina) encontrados em seus próprios ninhos.
Sem esse micro-organismo – que produz diversos metabólitos secundários com atividade antimicrobiana, antitumoral e imunológica –, poucas larvas de mandaguari sobrevivem, destacam os autores do estudo.
“Ainda não sabemos, exatamente, qual é a função desse fungo para a larva. A possibilidade que achamos mais plausível é que o micro-organismo ajuda a proteger o alimento da larva de patógenos, uma vez que é usado por chineses e outros povos asiáticos como corante para conservar alimentos”, afirmou Menezes.
O estudo foi noticiado no exterior, em veículos como a revista Newsweek
Transmitido por gerações
De acordo com Menezes, o fungo se origina e está presente em uma estrutura, chamada cerume – composta por uma mistura de cera de abelhas operárias com resinas de plantas –, que as abelhas sem ferrão usam como material de construção para suas células de cria (ninhos).
Ao terminar de construir as células de cria, as abelhas operárias enchem o invólucro de um alimento líquido. Em seguida, a abelha rainha coloca um ovo sobre o alimento e a célula de cria é fechada pelas abelhas operárias e aberta somente cerca de três dias depois, quando a larva eclode do ovo.
Nessa fase, o fungo começa a emergir a partir do cerume, se prolifera sobre a superfície do alimento líquido e é devorado pelas larvas, desaparecendo completamente até o sexto dia de nascimento das abelhas.
“Gravamos o comportamento de larvas com três dias de nascimento e observamos que elas cortavam os filamentos dos fungos com a mandíbula e ingeriam o micro-organismo”, disse Menezes.
Segundo o pesquisador, o fungo é transmitido a outras gerações de abelhas mandaguari por meio de cerume “contaminado”.
Após as larvas deixarem as células de cria, as abelhas operárias começam a raspar o cerume e reutilizam o material para construir um novo ninho.
Além disso, quando vão construir uma nova colmeia, as abelhas levam o cerume da colmeia-mãe para a colmeia-filha para construir células de cria, transmitindo o fungo de um ninho para o outro, que só começa a crescer em contato com o alimento larval depositado pelas abelhas operárias.
“Também ainda não sabemos se são esporos ou partes dormentes do próprio micélio [hifas emaranhadas, como fios] do fungo que estão presentes no cerume e transportados de uma célula de cria para outra”, disse Menezes.
O pesquisador observou a mesma relação de dependência de fungos para completar o ciclo de nascimento em outras espécies de abelhas sem ferrão do gênero Scaptotrigona e também de Tetragona, Melipona e Frieseomelitta.
“Essas descobertas de simbiose entre abelhas e micro-organismos parece ser muito mais frequente do que imaginamos e aumenta a preocupação sobre o uso de fungicidas na agricultura”, apontou Menezes.
Estudos realizados nos últimos anos nos Estados Unidos e Europa identificaram que os fungicidas estão entre os pesticidas mais encontrados no pólen das abelhas, indicou.
“A preocupação é em relação aos efeitos que esses fungicidas podem ter sobre micro-organismos benéficos às abelhas, como o fungo identificado no ninho de mandaguari. Se esses produtos químicos estão presentes no pólen de abelhas, inevitavelmente chegarão até as células de cria”, estimou.
Imagem: Jonathan Wilkins/Wikimedia
Descoberta acidental
O pesquisador fez a descoberta da simbiose entre a mandaguari e o fungo Monascus acidentalmente.
Durante sua pesquisa de doutorado em entomologia na Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto, realizado com bolsa da FAPESP, Menezes tentou produzir em laboratório rainhas de mandaguari com o intuito de aumentar o número de colônias dessa espécie polinizadora de diversas culturas para atender à demanda dos agricultores.
Para produzir rainhas, o pesquisador suplementou a alimentação de larvas fêmeas de mandaguari, uma vez que o que determina se uma larva fêmea dessa espécie de abelha sem ferrão vai se tornar operária ou rainha é a quantidade de alimentos que ela ingere durante a fase larval (leia mais em: agencia.fapesp.br/18371)
Ao manter células artificiais com larvas fêmeas de mandaguari e com grandes quantidades de alimento em uma câmara úmida, Menezes percebeu que, após alguns dias, um fungo branco começou a crescer rapidamente e todas as larvas morriam.
“Em um primeiro momento eu achei que o fungo estava causando alguma doença para as abelhas e tentei exterminá-lo, ao aplicar produtos químicos, e removê-lo mecanicamente, mas nada funcionou”, relembrou Menezes.
Algum tempo depois, contudo, o pesquisador começou a observar o fungo em células de crias naturais, crescendo de forma menos intensa. “Parecia que algo no ambiente natural das abelhas estava mantendo o fungo sob controle”, disse.
Ao tentar criar as larvas fêmeas da abelha em um ambiente menos úmido, o pesquisador observou que o fungo cresceu intensamente por alguns dias e depois desapareceu.
Com isso, mais de 90% das abelhas sobreviveram. “Suspeitei que as larvas fêmeas estava se alimentando do fungo e dependiam dele para sobreviver”, disse Menezes.
A fim de testar essa hipótese, os pesquisadores realizaram experimentos em que criaram em laboratório um grupo de larvas de abelha mandaguari suplementadas só com alimento estéril e outro com alimento estéril suplementado com filamentos do fungo.
O grupo de larvas de abelha criada com alimento estéril suplementado com filamentos do fungo teve um índice de sobrevivência de 76%.
Já as que foram criadas nas mesmas condições, mas sem o fungo, apenas 8% completaram o ciclo de desenvolvimento.
“Isso mostra que há uma relação de dependência muito forte das abelhas pelo fungo”, afirmou Menezes.
Em contrapartida, para o fungo a vantagem de ser cultivado no ninho dessa espécie de abelha sem ferrão é garantir sua multiplicação ao longo de gerações, ponderou o pesquisador.
“Aparentemente, o benefício maior dessa simbiose é para as abelhas. Mas o fungo também depende delas para se reproduzir”, avaliou.
O artigo A brazilian social bee must cultivate fungus to survive (doi: 10.1016/j.cub.2015.09.028), de Menezes e outros, pode ser lido na Current Biology em www.cell.com/current-biology/abstract/S0960-9822(15)01108-2


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

COLETOR DE MEL

Inicialmente eu tinha dificuldades na coleta do mel, a qual era realizada com seringa descartável. Na ABENA tive algumas experiências inclusive, um novo método  de colheita com a tampinha mágica, com o Sr. Meliponicultor Pedro P. Peixoto que teve a boa vontade de mandar as instruções de como fazer um coletor com instrumentos simples e práticos mas, ficou muito lento, motivo pelo qual, baseado na iniciativa de PPP, realizei pequenas mudanças e com uma ducha de uso íntimo feminino consegui melhorar a sucção da tampinha mágica e passou a ser denominada de Tampinha Mágica Turbinada, está a foto aí para quem quiser mais rapidez na coleta do mel de meliponinas.




Outra opção excelente é com a ducha da desmamadeira que as mulheres usam para esvaziar os seios quando estão com muito leite. Apesar de ser pequena, tem muita força e faz um trabalho eficiente.
Com as duchas de uso íntimo feminina e da desmamadeira é bem mais rápido que com a ducha do tensiômetro.

Uma das vantagens da Tampinha Mágica  Turbinada é a possibilidade de deixá-la aspirando o mel e se preciso dá uma saidinha rápida pois, dá tempo suficiente para aspirar o mel de um pote enquanto a pessoa pode pegar um recipiente ou um outro instrumento qualquer.






terça-feira, 18 de junho de 2013

IMPORTÂNCIA DO PÓLEN

IMPORTÂNCIA DO PÓLEN NA ALIMENTAÇÃO HUMANA

O nome pólen é de origem grega "pales" = "farinha" ou "pó" é o conjunto de grãos produzidos pelas flores das angiospermas ou pelas pinhas masculinas das gimnospermas, onde se encontram os gametas que vão fecundar os óvulos que posteriormente se transformarão em sementes.





Os grãos de pólen são os gametas masculinos responsáveis pela reprodução sexual das plantas e são produzidos por meiose no microsporângio das plantas angiospermas, que é o estame, ou a escama masculina das gimnospérmicas.


Cada grão de pólen é um gametófito que contém dois núcelos haplóides, um maior que corresponde a uma célula vegetativa e outro menor que irá formar os gametas, que irão fecundar a oosferae célula média, gametas femininos encerrados dentro do óvulo.



IMPORTÂNCIA DO PÓLEN PARA AS ABELHAS


O pólen é o "ingrediente" básico indispensável na vida das abelhas, pois é utilizado na alimentação das larvas, operárias, zangões e é essencial para a produção de geléia real(ápis) ou xilo (alimento larval meliponini) e único alimento da rainha. 



Para chegar até uma colônia de abelhas é recolhido das flores pelas operárias e transportado nas corbículas, motivo pelo qual se conserva naturalmente puro e limpo.


IMPORTÂNCIA DO PÓLEN PARA O SER HUMANO

Pesquisas recentes indicam o pólen como um dos alimentos mais completos na natureza devido ter as propriedades  essenciais ao organismo humano.
Segundo O Fórum WWW.hipertrofia.org   o pólen é rico em ácidos, enzimas e coenzimas constituintes do DNA e do RNA. Vitaminas no mínimo 11 provitaminas A,E,K e P,  Aminoácidos, Bioflavonóides, Carboidratos, Hormônios, lipídios, Sais Minerais, Carotenóides inclusive o Licopemo é o mais abundante e outros.

Não é de se admirar que o blog www.apinep.com.br publicou a seguinte informação sobre o pólen:

Retardador do envelhecimento.

Regenerador das funções orgânicas e psíquicas.

Catalisador de energia e saúde.

Prevenção e tratamento de doenças degenerativas e infecciosas (possui propriedades antibióticas comprovadas).

Excelentes para atletas, dançarinos, artistas e intelectuais de um modo geral.

Promotor do desenvolvimento físico e mental de crianças e adolescentes.

Útil na prevenção do Stress, cansaço físico e mental, perda de memória, e falta de concentração.

Melhora das condições psíquicas, proporciona maior interesse pela vida, melhor aproveitamento do sono e humor mais positivo.

Prevenção da debilidade sexual, impotência, certos tipos de esterilidade masculina e feminina; (Foram observados diversos casos de cura de impotência masculina, bem como a melhoria acentuada no desempenho em pessoas normais).

Prevenção de problemas de próstata e gênito - urinários, sendo usado na Rússia, França, Suécia e Japão como principal medicamento em problemas de próstato - vesiculites.


sábado, 4 de agosto de 2012

ABELHA CANUDO E ABELHA MANDAÇAIA

  Canudo (Scaptotrigona ) e   Mandaçaia do Sertão  (Melipona Mandacaia Smith).


A arvore mais procurada pelas abelhas para nidificação é a Imburana-de-Cambão (commiphora leptophloeos), muito resistente à seca e explorada no extrativismo pelos artífices para esculpi em  imagens de escultura de animais, humanos,e tudo que há sobre a terra, inclusive em alguns aspectos, prática proibida por Deus. 
O homem do campo também utiliza sua madeira na fabricação de portas, móveis e outros.  
O senhor de camisa verde (Justo Manoel Clementino) é o proprietário dessa terra (Carnaubeira da Penha-PE)  onde há essa imburana-de-cambão, na qual há três canudos (escaptotrigona). Em um raio de 1500 metros não foi encontrada outra abelha, exceto a arapuá (Trigona spinipes) e não poucas. 
Não é de se admirar, pois a tal arvore fica há 200 metros de sua residência, motivo pelo qual suas abelhas estão preservadas.
No passado era uma região onde havia muitas colônias de canudo, moça-branca e mandaçaia. Mas foram dizimadas pelo extrativismo irracional e ignorante, muitas vezes sem necessidade, simplesmente,  pelo  desconhecimento da importância das nossas abelhas indígenas sem ferrão pra o meio ambiente no tocante preservação das arvores devido a sua contribuição na polinização, sem a qual não fecundação e as semente não germinam, colocando em risco a flora. 

O Sr. Justo M. Clementino tem um propósito, introduzir alguns exemplares de canudo, mandaçaia e moça branca com o desejo de recuperação e estou engajado nessa luta, vamos em frente. 

Alguém tem que fazer alguma coisa, já que o poder público não tem interesse.
Publicado em 04/12/2012.



Primeiro Exemplar de Canudo para repovoação. Publicado em 06/05/2013, cinco meses depois mais uma nova colônia de canudo. 

Interior do Canudinho, essa seta está indicando uma célula de nascimento de princesa.


Canudinho filho, inclusive com rainha originada da célula marcada na foto anterior.

Interior do canudinho filho com bastante mel e os discos de cria bem cobertos e com bastante abelhas,



Exemplo de polinização (abelha uruçu)

Mamangava  (Bombineos) meliponina polinizadora importante do maracujá.



Abelha uruçu (Melipona Scutellaris) 

Abelha Jandaíra  (Melipona subnitida)
Essa é uma colônia jovem, inicial em abril de 2012, foi fotografada devido a exibição e habilidade da rainha em defesa do seu ninho, pois, não parava um instante e seu comportamento muito animador, subindo e descendo constantemente nas crias como se irritada na defensiva. Será uma colônia ótima.  

terça-feira, 17 de julho de 2012

AS ENTRADAS DE ALGUMAS COLÔNIAS DE ABELHAS INDÍGENAS SEM FERRÃO

AS ENTRADAS NAS COLÔNIAS DAS ABELHAS INDÍGENAS SEM FERRÃO SÃO RELATIVAMENTE CARACTERÍSTICAS E EXIBEM COM OSTENTAÇÃO A PRESENÇA E RESPEITO PARA COIBIR INVASÕES E PENETRAS.


Abelha Uruçu (Melipona Scutellaris)
Abelha valente, robusta, não teme ao perigo e se exibe pomposa no alvado pousando para foto. Possui muita força e quando briga com a africanizada, normalmente consegue pelotear-lá
 Abelha Rajadinha, Papa-Terra ou Munduri (Melipoa Asilvai)

Rajadinha (M. Asilvai)
Apesar de pequena, se faz presente no alvado ostentando respeito, na aproximação do inimigo, faz revoadas com bom som, mas seu ataque não passa de pequenas beliscadas quase imperceptíveis.


Canudo (Trigona Scaptotrigona )
Canudo
Uruçu
Rajadinha
Mandaçaia ( Melipona Quadrifasciata)
Moça Branca (T. Frieseomellita Varia)

Foto de 17 de julho de 2012
Em 1982 foi um ano de seca verde,  1983 foi seco e os dois posteriores houve muita chuva
Em 1992 foi um ano de seca verde, 1993 foi seco e os dois posteriores houve muita chuva
Em 2002 foi um ano de seca verde, 2003 foi seco e os dois posteriores houve muita chuva
Em 2012 está sendo seco, misericórdia! Pedimos a Deus que o ano de 2013 seja de fartura no sertão. Pois, se assim não for, cremos que Ele proverá meios para humanos e animais.
Certamente, a partir de 2014 teremos anos de fartura, principalmente nos dois primeiros anos 2014/2015.
Grandes coisas fez o Senhor por nós.


Mandaçaia na flor da malva